segunda-feira, 16 de maio de 2011
A voz das heroínas nas Heróides, de Ovídio
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Écloga, Epodo e Metamorfose: comparações sintático-semânticas entre Virgílio, Horácio e Ovídio
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Este é o resumo do trabalho publicado pela monitora no IX CCHLA: Conhecimento em Debate (Humanidades hoje), em outubro de 2010. Para ler o artigo completo, clique aqui.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Dido: a mulher forte
quarta-feira, 23 de junho de 2010
As musas e a literatura
Na literatura, as musas eram figuras bastante recorrentes, sendo atribuidas à elas a criação das obras e cabendo ao aedo/poeta apenas a função de porta-voz destas divindades.
Originalmente, os poemas épicos foram criados e apresentados através do gênero oral, ou seja, eram transmitidos pelos aedos, que entoavam os versos com o auxílio de um instrumento musical (geralmente a lira).
Conforme a escrita foi introduzida, a maneira como os versos eram cantados foi gradativamente se perdendo e a importância das musas, diminuindo.
Mas o seu valor não se perdeu por completo. O valor que suas figuras representavam permaneceram através das obras, contribuindo para a perpetuação através das gerações - seja através do aedo ou do autor que produziu tais obras.
É de extrema importância que aquele que estuda esse tipo de literatura, saiba reconhecer esse valor caracterizado pelas musas.
Monitor: Túlio Carvalho.
domingo, 2 de maio de 2010
Sinopse da tragédia grega Alceste de Eurípides
Apesar do surgimento de novas verdades filosóficas, conflitantes com a realidade mítica do mundo clássico, que compreende do século VIII ao V a.C., Eurípides não aboliu o caráter religioso de sua obra.
Alceste, encenada em 438 a.C., é das dezessete tragédias euripidianas a mais antiga.
A narrativa inicia-se pouco antes de Alceste morrer, quando Apolo e Tânatos discutem acerca do que está por vir.
A rainha e o rei de Feres se despedem dolorosamente, e todos no palácio lamentam o fim trágico que acometerá Alceste, estimada pelo seu caráter benévolo. Contudo, o destino permanece imutável, e ela morre.
No funeral celebrado por Admeto, o pai do rei aparece e traz consigo um ornamento mortuário para a nora que jaz morta, com isso desencadeia uma discussão entre pai e filho.
Neste momento, Hércules chega ao reino de Feres e, desconhecedor do que está ocorrendo no palácio, pede hospedagem. Admeto aquiesce à lei sagrada da hospitalidade e permite a estada do herói no recinto, porém omite a morte da rainha, dizendo tratar-se de uma simples estrangeira. Hércules se banqueteia, e se embriaga com vinho, fazendo isso por ignorar o luto que circunda o local real. Entretanto, devido à indiscrição de um serviçal, toma consciência da verdade, e decide agir de alguma forma para reverter aquela situação de sofrimento.
Junto ao túmulo onde Alceste é enterrada, o filho de Alcmena surpreende a morte, que vem buscar as honras fúnebres, e a obriga a soltar Alceste, trazendo-a de volta à vida, e levando-a coberta com um véu ao palácio de Admeto. Com a desculpa de que havia ganhado a jovem em um prêmio, Hércules convence o rei de Feres a hospedá-la e, após a resposta afirmativa do rei, Alceste retira o véu que cobre seu rosto, e Admeto descobre que aquela mulher é sua esposa.
Yasmim Alcântara
