domingo, 5 de junho de 2011
Prometeu, o deus de todas as artes
sábado, 28 de maio de 2011
Sobre Letras Clássicas - UFPB
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Os deuses lares
http://www.4shared.com/document/LeaQRWmh/A_Cidade_Antiga_-_Fustel_De_Co.htm
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Écloga, Epodo e Metamorfose: comparações sintático-semânticas entre Virgílio, Horácio e Ovídio
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Este é o resumo do trabalho publicado pela monitora no IX CCHLA: Conhecimento em Debate (Humanidades hoje), em outubro de 2010. Para ler o artigo completo, clique aqui.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Dido: a mulher forte
sábado, 7 de agosto de 2010
Inspirai-me, Palas Athena!
quarta-feira, 23 de junho de 2010
As musas e a literatura
Na literatura, as musas eram figuras bastante recorrentes, sendo atribuidas à elas a criação das obras e cabendo ao aedo/poeta apenas a função de porta-voz destas divindades.
Originalmente, os poemas épicos foram criados e apresentados através do gênero oral, ou seja, eram transmitidos pelos aedos, que entoavam os versos com o auxílio de um instrumento musical (geralmente a lira).
Conforme a escrita foi introduzida, a maneira como os versos eram cantados foi gradativamente se perdendo e a importância das musas, diminuindo.
Mas o seu valor não se perdeu por completo. O valor que suas figuras representavam permaneceram através das obras, contribuindo para a perpetuação através das gerações - seja através do aedo ou do autor que produziu tais obras.
É de extrema importância que aquele que estuda esse tipo de literatura, saiba reconhecer esse valor caracterizado pelas musas.
Monitor: Túlio Carvalho.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Não tenha medo do latim
Tenho observado que muitos colegas do curso de Letras têm tido grandes dificuldades com o latim. Muitos (normalmente a metade de cada turma) trancam a disciplina logo depois da segunda prova, se ainda estiver dentro do prazo previsto para o trancamento. Excelentes alunos, inclusive.
A que se deve essa dificuldade toda? Como estudantes, o que devemos fazer para resolver o problema, seja ele qual for? Devemos refletir. Estudar latim é importante para quem pretende ser estudioso da língua portuguesa ou qualquer outra língua neolatina.
No DLCV (Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da UFPB), temos uma excelente equipe de professores de latim, os professores do respeitado “Ambiente 4” (sala dos professores nº 4 do CCHLA – Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes). Sinto-me feliz com isso. Os conhecimentos que podemos obter sob orientação deles são relevantes demais e é possível sentir o reflexo disso em outras áreas do conhecimento, na prática.
Não se deve ter medo do latim, não se deve ter medo dos professores do Ambiente 4. Eles são parte do que temos de melhor no curso de Letras da UFPB. São dedicados, são desafiadores e levam os seus alunos a avançar de forma excelente. Como aluna, é o que eu mais gosto de sentir em meus professores: o desafio. Nada melhor do que isso para crescer com qualidade e avançar.
A responsabilidade é grande, para nós. E isso deve ser instigante, motivador e não um motivo para ter medo ou desistir. Não tenha medo do latim. Se o problema for o pouco conhecimento sobre análise sintática, fundamental para entender os casos do latim, vá a uma boa gramática de língua portuguesa e aprenda. Se o problema for o trabalho durante o dia inteiro, para os alunos do noturno, principalmente, aproveite os horários de almoço, os finais de semana, tente reservar mais ou menos uma hora por dia para estudar – isso funciona muito bem. Sinceramente? Novela, cinema, parques de diversões, essas coisas boas da vida, infelizmente, devem ficar para depois. Quando chegar em casa, não vá à televisão, vá ao latim. Vou contar uma coisa: vale muito a pena! Eu tenho tido que esquecer os meus queridos filmes clássicos, mas compensarei tudo nas férias. É assim que funciona.
Perder uma aula de latim? Jamais! Não se deve perder nem um minuto da aula, não se deve chegar atrasado nem sair mais cedo. Cada pequeno detalhe transmitido pelo professor em sala de aula é de grande valor. Não perca aula nem fração de aula e tudo vai ser bem melhor. Mas se for preciso faltar ou se atrasar, não deixe o tempo passar, procure imediatamente ajuda de colegas, das monitoras, dos professores, e tudo irá bem. Nunca acumule tudo para as vésperas das provas, pois fica muito difícil recuperar o tempo perdido.
Não tenha medo do latim, tenha medo de não se dedicar, não se esforçar, não fazer o que você é capaz de fazer: aprender latim e obter notas altas na disciplina. Se houver interesse nisso e verdadeiro esforço, fica tudo muito fácil. Fácil mesmo, pode acreditar em mim.
Aprender latim é dar um salto grande! Aproveite a oportunidade que temos. Ela passa. Quando passar, não vai voltar atrás. Não tenha medo do latim, tenha medo de perder essa oportunidade de aprender.
Χαλεπὰ τὰ καλά (kalepá tá kalá = “As coisas belas são difíceis”, em grego clássico). Eu diria mais: tudo o que é mais difícil é também muito mais gostoso.
Késia Mota
domingo, 2 de maio de 2010
Sinopse da tragédia grega Alceste de Eurípides
Apesar do surgimento de novas verdades filosóficas, conflitantes com a realidade mítica do mundo clássico, que compreende do século VIII ao V a.C., Eurípides não aboliu o caráter religioso de sua obra.
Alceste, encenada em 438 a.C., é das dezessete tragédias euripidianas a mais antiga.
A narrativa inicia-se pouco antes de Alceste morrer, quando Apolo e Tânatos discutem acerca do que está por vir.
A rainha e o rei de Feres se despedem dolorosamente, e todos no palácio lamentam o fim trágico que acometerá Alceste, estimada pelo seu caráter benévolo. Contudo, o destino permanece imutável, e ela morre.
No funeral celebrado por Admeto, o pai do rei aparece e traz consigo um ornamento mortuário para a nora que jaz morta, com isso desencadeia uma discussão entre pai e filho.
Neste momento, Hércules chega ao reino de Feres e, desconhecedor do que está ocorrendo no palácio, pede hospedagem. Admeto aquiesce à lei sagrada da hospitalidade e permite a estada do herói no recinto, porém omite a morte da rainha, dizendo tratar-se de uma simples estrangeira. Hércules se banqueteia, e se embriaga com vinho, fazendo isso por ignorar o luto que circunda o local real. Entretanto, devido à indiscrição de um serviçal, toma consciência da verdade, e decide agir de alguma forma para reverter aquela situação de sofrimento.
Junto ao túmulo onde Alceste é enterrada, o filho de Alcmena surpreende a morte, que vem buscar as honras fúnebres, e a obriga a soltar Alceste, trazendo-a de volta à vida, e levando-a coberta com um véu ao palácio de Admeto. Com a desculpa de que havia ganhado a jovem em um prêmio, Hércules convence o rei de Feres a hospedá-la e, após a resposta afirmativa do rei, Alceste retira o véu que cobre seu rosto, e Admeto descobre que aquela mulher é sua esposa.
Yasmim Alcântara
